Quem começou à frente dos descobrimentos, disso de se "lançar ao mar" entregue ao desconhecido, muita coragem ou ingenuidade tinha. De certo não batia bem da cabeça (ou batia muito bem) e ao tentar se explicar pra quem ficava olhares coitados despertava,quizá um boa sorte (pois que o 'volte logo' não cabia em tempos de caravelas).
A força motriz da curiosidade, desejo incontrolável (pra maioria burra, inexplicável) de partir e de deixar pra trás o que incomoda, aquilo que dentro de nós não cabe e nem de nós faz parte. Uma busca que não sabemos bem de quê, um muito que pode ser nada, um nada que pode ser muito. Praticar o desapego para se apegar ao que de fato importa. Tesouro imaginado, caravela que precisa navegar.
quarta-feira, 14 de abril de 2010
Santa Maria, Nina, Pinta e Clariana
Postado por
Cristiana Rodrigues
às
14:36
Marcadores: auto-conhecimento, busca, curiosidade, descobertas, escolha
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1 participações:
me senti presenteada com seu post. obrigada por dar voz e concatenacao ao emaranhado que há em mim.
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